domingo, 15 de fevereiro de 2009

CRÍTICA

"O TÍTULO refere o soneto XXIX de Shakespeare ('When in disgrace with fortune and men's eyes').
A peça passa-se num reformatório, onde se encontram quatro rapazes com idades entre os 17 e os 20 anos.
Vivem na mesma cela.
A questão é a violência, quer entre eles, quer entre eles e o resto do reformatório, ou mesmo o exterior, de que não se vê nada, a não ser um guarda, mais velho.
A questão é, também, a da articulação da violência com relações afectivas, que, neste caso, são homossexuais.
Estreou em 1967, em Nova Iorque, e é uma peça típica, combativa, reivindicativa, que remete para algumas das coisas mais vitais no movimento gay.
Intrigantemente actual, é apresentada numa notável encenação de José Henrique Neto, com actores que se distinguem por uma representação directa, simples e extremamente subtil.
Os recursos materiais da produção sao nulos, o resultado é notável e exemplar"

João Carneiro
in Jornal Expresso

3 comentários:

Коррежедор disse...

китка на обикновените фолк. ще взема да отида, че вътре в задника бързо. паразити

Tomás Vieira disse...

Na realidade, quando referes o termo cabala, é com precisão o que foi urdido.
Uma história com quase três anos, com início num antro de sodomitas, pedófilos, meretrizes e drogados.
Um projecto bem planeado, bem concebido e que tinha como propósito último aquilo que agora se enfrenta.
Tenho os culpados identificados e registados. Vou gastar toda a minha energia e recursos na tarefa de os fazer sofrer tanto ou mais do que tenho sofrido.

Anónimo disse...

FILHOS DA PUTA